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Solucionando desafios com os Smart Assets

No final de 2018, a Plataforma Waves lançou os Smart Assets na MainNet e a Tokenomica, uma exchange totalmente compatível com ativos digitais. Este artigo, centrado em casos de uso do Smart Assets, surge como o primeiro de uma série focada em como as soluções da Waves facilitam a construção do sistema financeiro do futuro.

Negociação de Criptomoedas

Nos últimos dois anos, as exchanges de criptomoedas regulamentadas enfrentaram desafios relacionados à conformidade com os requisitos impostos pelos reguladores. Especificamente, esses requisitos incluem a identificação do usuário e a garantia da qualidade dos ativos liberados para à negociação.

A Tokenomica oferece uma solução para esses desafios com base em tecnologias já comprovadas com sucesso na Waves DEX, baseados em Smart Accounts e Smart Assets.

Smart Account é uma conta com um script de transação anexado, que permite validar todas as transações antes de confirmá-las. Smart Account permite restringir saques com base em várias assinaturas e outros dados fornecidos.

Na Tokenomica, as Smart Accounts serão usadas para permitir saques apenas para usuários que foram previamente identificados e aprovados, ou os chamados usuários “autorizados”, a fim de cumprir os requisitos regulamentares.

Além disso, por motivos de conformidade ou segurança, as transações podem exigir duas assinaturas: uma do usuário e outra da Tokenomica.

As smart accounts permitirão que a Tokenomica se certifique de que qualquer transação feita na plataforma só seja possível entre usuários autorizados.

Mas e a qualidade dos ativos negociados? Aqui é onde os Smart Assets entram em jogo.

Os Smart Assets são tokens exclusivos (o que significa que eles contêm um conjunto exclusivo de regras fornecidas no script) que podem ser comprados, vendidos ou negociados conforme definido pelo script, que valida todas as transações dentro desse ativo.

Na Tokenomica, os Smart Assets serão usados para restringir a negociação a pares de ativos pré-aprovados. Os pares serão formados por ativos que estejam em conformidade com as regulamentações, com base nas regras e diretrizes aplicáveis ​​fornecidas pelos reguladores.

STOs

Outra área promissora para a implementação do Smart Assets é a oferta de Security Tokens (STOs). Definimos security tokens como instrumentos financeiros sujeitos à regulamentação do mercado mobiliário que são emitidos e negociados com o uso de blockchain.

Os Smart Assets permitem que os emissores projetem seus security tokens de maneira personalizada, criando um ativo totalmente compatível com recursos atraentes para os investidores.

Estes são benefícios que os security tokens podem trazer para os mercados financeiros:

  • Redução das taxas de listagem para os emissores que poderão acessar a liquidez dos mercados financeiros por meio de plataformas de negociação de security tokens, em vez de passar por processos onerosos e alto custo de listagem nas exchanges tradicionais;
  • Ações corporativas automatizadas, saques e pagamentos periódicos processados ​​no blockchain;
  • Execução imediata de transação a qualquer momento – algo que não está disponível nos mercados financeiros, vinculado a horas de trabalho das exchanges, custódia, câmaras de compensação e outros intermediários financeiros;
  • Acesso a novos tipos de investidores familiarizados com a indústria, que estarão dispostos a investir em security tokens para apoiar projetos baseados em tecnologia.

Quais elementos de um security token podem ser projetados com o uso de Smart Assets?

Portabilidade de instrumentos e manutenção de registros

  • Direitos de preferência: há casos em que os acionistas de uma empresa não podem vender suas ações a ninguém, exceto a outros acionistas. Essa restrição pode ser implementada no script do Smart Asset, permitindo a transferência de security tokens apenas entre seus detentores.
  • Qualificação de investidores: em alguns casos, títulos podem ser oferecidos apenas a investidores qualificados ou credenciados. A violação desse requisito pode levar a implicações e multas para os emissores. O script do Smart Asset pode incorporar uma restrição permitindo a sua transferência apenas para investidores classificados pelo emissor como qualificados ou credenciados.
  • Manutenção de registros: o emissor pode ser obrigado a manter registro de todos os seus acionistas. A emissão de uma ação na forma de um Smart Asset cria um banco de dados eletrônico de acionistas no blockchain, que é atualizado em tempo real levando em conta todas as transações com tokens entre os investidores.

Instrumentos conversíveis

Os emissores podem estabelecer certas condições para conversão de instrumentos financeiros em outro tipo de garantia. Por exemplo, se uma data predeterminada for atingida, um título de garantia pode ser convertido em uma ação da empresa. Tais condições podem ser implementadas nos Smart Assets e tornarem-se automaticamente executáveis ​​pelo script, reduzindo significativamente a carga para a administração do processo de conversão.

Pagamentos e resgate

Um processo para pagamentos periódicos poderia ser substancialmente mais simples e mais barato eliminando os intermediários. Se os títulos são emitidos no blockchain, os pagamentos são feitos aos endereços dos titulares dos tokens, conhecidos pelos emissores, o que reduz os custos de administração de pagamento.

Além disso, com os Smart Assets, uma nova opção de pagamento pode ser introduzida, permitindo o cálculo de pagamentos periódicos com base em um determinado conjunto de requisitos. Por exemplo, o montante de dividendos pagos a um investidor específico pode aumentar dependendo do tempo pelo qual o token é mantido por tal investidor (os chamados “dividendos de fidelidade”).

Além dos pagamentos periódicos, os títulos têm um preço de resgate, que pode ser fixado ou calculado sob certas condições. Essas condições podem ser implementadas no script dos Smart Assets, tornando o processo de resgate totalmente automatizado para os emissores.

Solução eficaz para os mercados financeiros

Os Smart Assets representam uma solução perfeita para modelos de negócios que exigem a implementação de restrições, exigidas para conformidade ou outras razões.

Qualquer produto a ser oferecido no setor de serviços financeiros sem violar as leis e regulamentações aplicáveis, especificamente quando estão envolvidas exchanges de criptomoedas regulamentadas ou oferta de security token (STO), é preciso enfrentar restrições.

No entanto, a boa notícia é que a Tokenomica oferece uma solução eficaz para os desafios regulatórios nos mercados financeiros.

Saiba mais em: https://sto.tokenomica.com


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London buses 760x400

30% dos londrinos planejam investir em criptomoedas

Cerca de 30% dos londrinos planejam investir em criptomoedas, segundo levantamento feito pela Atomik em nome da Rathbone Investment Management. A pesquisa foi feita com 1.503 adultos em todo o Reino Unido. Essa porcentagem da capital é mais do que o dobro da média nacional de 13%.

O diretor de investimentos da Rathbone IM, Robert Hughes-Penney, atribuiu essa taxa ao aumento da conscientização pública e à alta de 2017. “Retornos lucrativos feitos pelos primeiros adeptos do bitcoin e outras criptomoedas foram amplamente divulgados. Esses primeiros investidores foram seguidos por outros que buscam ganhos semelhantes”, disse.

A pesquisa descobriu que 37% dos adultos com menos de 35 anos estavam interessados ​​em investir em ativos  digitais, enquanto apenas 4% das pessoas com mais de 45 anos considerariam essa possibilidade. Porém, mesmo com essa popularidade em Londres, a maioria das pessoas economizavam em investimentos tradicionais, como poupanças e ações.

Também foi constatado que um em cada oito investidores desse mercado na capital atribuem a sua riqueza atual às criptomoedas. Em outras regiões do Reino Unido, essa proporção é de um para 25.

Ele adicionou:

“Estes números sugerem que há um número de investidores em Londres com metas de investimento mais curtas que têm sido mais suscetíveis à chamada mania de bitcoin. Enquanto que fora da capital, em sua maioria, ficou claro que o consinderam uma classe de ativos de alto risco”, afirmou Hughed-Penney.

Com informações da CCN.

Ronaldo Juventus 760x400

Juventus de Cristiano Ronaldo lança token próprio

O time italiano de futebol Juventus, a mais nova casa do jogador Cristiano Ronaldo, está lançando o seu prórpio token. O projeto é uma parceria com a empresa de blockchain Socios.com e deve alcançar 340 milhões de fãs. O “Juventus Official Fan Token” é uma estratégia para engajar os torcedores que moram fora da Europa. Por meio dela, será possível criar uma experiência mais pessoal para os admiradores do time.

token será lançado no primeiro trimestre de 2019, segundo informações divulgadas. Ele dará acesso a uma plataforma de interação, que dará voz aos fãs e os aproximará do clube. O token só será negociado na plataforma nativa do Socios.com.

“A Juventus tem o prazer de receber o Socios.com para nossos parceiros. No clube somos sempre muito cuidadosos e pró-ativos em relação à inovação e novas tecnologias. Juntamente com o Socios.com, acreditamos que podemos oferecer novas oportunidades para a nossa base de fãs em todo o mundo para se envolver de forma inovadora com o seu clube favorito”, afirmou Giorgio Ricci, Diretor de Receitas, Chefe de Parcerias Globais e Receitas Corporativas da Juventus.

Por sua vez, Alexandre Dreyfus, CEO e fundador da Socios.com, observou que o projeto oficial da Juventus é o ponto de partida para um lançamento planejado de ofertas semelhantes nos principais clubes de futebol do mundo. “Nosso objetivo de longo prazo é integrar mais de 50 clubes de futebol e esperamos injetar mais US$ 300 milhões na economia esportiva nos próximos anos. Começamos no topo, com alguns dos maiores nomes do futebol, e nossa ambição é construir a maior comunidade mundial de futebol e mercado para os fãs de futebol, além de demonstrar que blockchain e criptomoeda são uma tecnologia confiável do mainstream”, afirmou.

Com informações da CCN.

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Mineradora de Bitcoin patrocina time de basquete da NBA

Uma das maiores empresas de criptomoeda e mineração de bitcoin, a Bitman’s Antpool, está patrocinando o time de basuquete da NBA Houston Rockets. O contrato vale para a temporada de 2018-2019 e tem como objetivo popularizar a mineradora nos Estados Unidos.

O gerente de operações no exterior da AntPool, Haijiao Li, reconhece o crescente número de parcerias de criptomoeda com mainstream como uma forma de popularizar o mercado. “À medida que a indústria de criptomoedas em todo o mundo continua a evoluir e se desenvolver, será cada vez mais importante para empresas como a AntPool liderar a conversa e a conversão de consumidores para adotar e entender as moedas digitais”, afirmou.

Ele também lembrou que a equipe em questão é extremamante popular na China. Na verdade, o jogador chinês Yao Ming foi um lendário jogador do Houston Rockets e é reconhecido como membro do Hall da Fama do esporte.

“Estamos entusiasmados por trabalhar com a AntPool como um canal nos EUA para seus negócios sempre crescentes”, disse John Croley, vice-presidente de desenvolvimento corporativo da Rockets. “Os Rockets estão sempre procurando ficar à frente da curva com a tecnologia dentro e fora da quadra, e a proeza da AntPool com criptomoeda faz uma grande parceria”, completou.

Com informações da CCN.

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Universidade de Nova York oferece primeiro curso de criptografia dos EUA

A New York University (NYU) começou a oferecer o primeiro curso de criptografia nos EUA. O objetivo, segundo o professor adjunto Andrew Hinkes, é ajudar alunos a entender as implicações legais e comerciais da tecnologia de criptografia e blockchain.

“Esperamos estabelecer um trabalho de base para que os alunos possam entender o que realmente está acontecendo sob o capô. Para que eles possam entender as implicações legais e comerciais e prepará-los para sair e enfrentar este novo mercado”, disse Hinkes.

David Yermack, presidente do departamento de finanças da NYU, afirmou que os alunos já formados voltaram para fazer cursos de criptografia. Eles desejam obter uma melhor compreensão do mercado em rápido crescimento e da indústria que o envolve.

Ao longo de 2018, a demanda por cursos relacionados a criptografia em faculdades aumentou significativamente. Instituições de prestígio como Stanford e MIT começaram a oferecer programas que abrangem criptomoedas e blockchain.

Demanda do mercado

Influenciado pela entrada inicial do Goldman Sachs no setor por meio da liberação de futuros do Bitcoin, um número crescente de grandes bancos começaram a desenvolver soluções de custódia criptografada para atender investidores institucionais.

De acordo com o vice-presidente da Coinbase, Adam White, a indústria da educação tem sentido essa tendência, pois os estudantes começaram a pedir por cursos voltados a essa área. É similar ao interesse em atividade como a Internet em seus primeiros dias.

“Este é um movimento de base. Estes são os alunos dizendo: ‘Ei, universidade, eu quero ter uma aula sobre isso’. Eu acho que eles vêem o desenvolvimento, o nascimento de uma nova indústria. De muitas maneiras, nós olhamos para coisas como Bitcoin e Ethereum e blockchain como a internet 3.0 ”, disse White.

Com inforamções da CCN.

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Governo do Irã legaliza a mineração de criptomoedas

O governo do Irã reconheceu a mineração de criptomoedas como uma indústria legítima. De acordo com informações da CCN, o Alto Conselho di Ciberespaço do país (HCC) irá “declarar o enquadramento e as políticas finais” para startups e empresas do setor até o final do mês.

A medida é um acordo os principais ógrãos do governo: Os ministérios das Comunicações e Tecnologia da Informação; Indústria; Mineração e Comércio; Energia; e Assuntos Econômicos.

A legalização da mineração de criptografia segue o caminho traçado para o desenvolvimento de uma criptomoeda própria do país. O Irã está estudando esse assunto como uma maneira de contornar as sanções financeiras promovidas pelos Estados Unidos.

 

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Time catarinense de futebol lança criptomoeda própria

O time catarinense de futebol Avaí lançou a sua própria criptomoeda, a Avaí FC Token, para levantar fundos. O objetivo é arrecadar até US$ 80 milhões com o projeto. Dessa forma, o clube pretende se manter estável na série A.

Esse é o resultado de uma parceria com SportyCo e Blackbridge Sports, que foram responsáveis pela infraestrutura da operação. Com o tempo, além de uma opção de investimentos, a moeda também possibilitará a compra de produtos e serviços aos torcedores.

Segundo informações do jornal Folha de S. Paulo, o time pretende estabilizar a receita para conseguir competir com equipes maiores, os quais possuem verbas elevadas.

Petro 760x400

Petro venezuelano: seria a criptomoeda uma grande farsa?

A agência Reuters pesquisou a fundo a atual situação do Petro, a criptomoeda da Venezula lastreada em barris de petróleo, que seria usada para controlar a hiperinflação e contornar as sanções econômicas sofridas pelo país. Mas a reportagem encontrou diversas questões que levariam a crer que, aparentemente, a criptomoeda é uma farsa.

As declarações de altos funcionários do governo são contraditórias. Maduro diz que as vendas do petro já levantaram US $ 3,3 bilhões e que a moeda está sendo usada para pagar as importações. Mas Hugbel Roa, um ministro envolvido no projeto, disse à Reuters que a tecnologia por trás da moeda ainda está em desenvolvimento e que “ninguém foi capaz de fazer uso do petro … nem há nenhum recurso recebido”.

Durante quatro meses, a Reuters conversou com uma dezena de especialistas em criptomoedas e campos petrolíferos, viajou para o local das reservas de petróleo prometidas e vasculhou os registros de transações digitais da moeda. Eles não descobriram um sinal de que a moeda esteja se desenvolvendo e nenhuma loja ou exchange está aceitando a sua negociação.

Os poucos compradores localizados foram aqueles que postaram sobre suas experiências em fóruns online de criptografia, mas nenhum com a identidade assumida. Um deles se queixou de ser “enganado”. Outro disse à Reuters que havia recebido suas fichas sem problemas; ele culpou as sanções dos EUA contra a Venezuela e a “terrível imprensa” por prejudicar a estréia do petro.

A Superintendência de Criptoativos, a agência do governos responsável pelo projeto, ainda não possui um espaço físico determinado dentro do Ministério das Finanças, segundo constatação da Reuters. O site do órgão também não está funcionando, os telefonesmas feitos pela equipe não foram respondidos e o presidente da entidade, Joselit Ramirez, não respondeu a mensagens em suas contas pessoais na mídia social.

Maduro acrescentou a confusão neste mês ao anunciar que salários, pensões e a taxa de câmbio da moeda dizimada da Venezuela, o bolívar, estão agora atrelados ao petro. Esse movimento provocou perplexidade nas ruas da Venezuela e entre economistas e especialistas em criptomoedas que dizem que a corrente petro-bolivar é impraticável.

“Não há como vincular preços ou taxas de câmbio a um token que não é negociado, precisamente porque não há como saber para que ele realmente é vendido”, disse à Reuters, Alejandro Machado, cientista da computação venezuelano e consultor em criptomoedas que acompanhou de perto o petro.

Plano Original

O Petro foi criado para ajudar o governo da Venezuela a superar a hiperinflação sofrida pelo bolívar. O presidente Maduro  prometeu que a criptomoeda permitiria ao país minar as sanções financeiras dos EUA e levantar moeda forte.

O governo fixou o valor da petro ao preço de um barril de petróleo venezuelano (atualmente em torno de US $ 66) e prometeu apoiá-lo com reservas de petróleo localizadas em uma área de 380 quilômetros quadrados ao redor de Atapirire. O presidente dos EUA, Donald Trump, proibiu em março os norte-americanos de comprar ou usar o petro.

Os analistas estão céticos quanto às alegações de Maduro de que o petro já arrecadou bilhões em moeda forte. Eles dizem que os registros digitais associados à oferta inicial de moedas, ou ICO, não fornecem informações suficientes para determinar quanto, na verdade, foi levantado.

“Isso certamente não se parece com um ICO típico, dado o baixo nível de atividade das transações”, disse Tom Robinson, diretor de dados e co-fundador da Elliptic, uma empresa de dados blockchain baseada em Londres, à Reuters. “Não encontramos nenhuma evidência de que alguém tenha recebido um petro nem que ele tenha sido negociado ativamente em nenhuma bolsa”.

A equipe de jornalistas visitou a área em torno de Atapirire, onde encontrou pouca atividade na indústria de petróleo. As únicas plataformas visíveis eram pequenas e antigas máquinas instaladas anos atrás. Vários foram abandonados e cobertos de ervas daninhas.

Não há compradores confiantes

Os poucos compradores encontrados pela reportagem estavam em um fórum online chamado Bitcointalk. Apesar dos posts do começo de 2018 serem otimistas, vários participantes reclamaram da falta de informações claras e dos atrasos na obtenção de suas moedas. Um reclamou de ser incapaz de transferir ou vender os tokens.

“A partir de agora sim nós fomos enganados, o tempo dirá se foi um bom investimento ou não”, um participante do fórum identificado como cryptoviagra escreveu em 25 de junho.

Outro comprador, o único a responder a perguntas da Reuters, disse por mensagens de mídia social que sua experiência na compra de petros “funcionou muito bem”. Ele culpou a proibição americana e a cobertura negativa da mídia de reduzir as vendas de petro.

A Reuters não pôde confirmar independentemente se algum participante do fórum havia investido no petro.

O governo venezuelano também não forneceu um registro de compras. O white paper do petro, um documento público que descreve as condições da oferta para potenciais compradores, diz que a principal plataforma para a moeda é NEM – a rede de blockchain descentralizada promovida por uma organização sem fins lucrativos sediada em Cingapura.

Em março, uma conta do NEM alegando ser operada pelo governo venezuelano emitiu 82,4 milhões de tokens como parte de uma ICO associada a uma moeda digital descrita como petro. Aqueles pareciam corresponder a um conjunto de moedas “preliminares” descritas no white paper que os compradores mais tarde poderiam trocar por petros assim que a ICO estivesse completa.

Cerca de 2.300 desses tokens foram transferidos para 200 contas anônimas em pequenas quantidades no início de maio, segundo mostram os registros do NEM.

De acordo com a Reuters, esse prazo é consistente com os comentários postados pelos participantes no fórum Bitcointalk que disseram que estavam comprando petros. Essa venda pode ter levantado cerca de US $ 150 mil, caso a compra dos tokens tenh sido feita com base no preço fixado por Maduro levando em cocom base nos preços do petróleo na época, a venda dessas fichas poderia ter levantado cerca de US $ 150 mil, segundo os cálculos da Reuters.

Em abril, outra conta NEM anônima emitiu um conjunto diferente de tokens que descreveu como parte de uma fase separada da petro destinada a grandes investidores.

Essa conta em junho transferiu um total de cerca de 13 milhões de tokens para cerca de uma dúzia de contas anônimas, mostram os registros do NEM. A venda dessas fichas poderia ter levantado cerca de US $ 850 milhões a preços oficiais. Mas não há como verificar se foram vendas, e nenhum grande investidor admitiu assumir uma posição no petro.

O ministro de Educação Superior, Roa, supervisiona a agência estatal Observatório Venezuelano de Blockchain. Em uma breve conversa com a Reuters, ele descreveu as transações NEM como “modelos iniciais” e que o país estaria trabalhando em sua própria tecnologia blockchain. Os compradores teriam feitos “reservas” para comprar petros, mas a moeda em si ainda não foi liberada.

Aceitação em exchanges

O petro não está sendo negociado em nenhuma grande exchange. A Bitfinex, com sede em Hong Kong, uma das maiores bolsas de valores do mundo em março, disse que nunca pretendeu listar a criptomoeda devido à sua “utilidade limitada”. Ele baniu oficialmente o token de sua plataforma após as sanções dos EUA.

Três outras grandes bolsas de valores, Coinbase, de São Francisco, Bittrex, de Seattle, e Kraken, de San Francisco, se recusaram a comentar ou não responderam a perguntas da Reuters sobre por quê não listaram o petro.

Maduro anunciou em 26 de abril que 16 bolsas haviam sido “certificadas” para trocar o petro, acrescentando que “elas começam a operar a partir de hoje”. A maioria é pouco conhecida no mundo da criptografia.

A Reuters não conseguiu localizar sete das bolsas, que não tinham presença na internet. Outras sete não responderam aos pedidos de comentários. O Italcambio, uma bolsa de valores venezuelana que Maduro disse que trocaria a moeda, não administra nem vende petros, disse seu presidente, Carlos Dorado, em uma resposta por e-mail à Reuters.

A única bolsa que discutiu publicamente os planos para listar o petro é a Coinsecure da Índia. Em uma entrevista à Reuters no início deste mês, o CEO Mohit Kalra disse que dentro de dois meses desenvolveria uma tecnologia especial para a Venezulea negociar sua criptomoeda, e que o país pagaria royalties pelo seu uso. Porém, Kalra não atendeu as chamadas em busca de informações adicionais.

Todas as informações pertecem à Reuters.

 

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Yahoo! lança serviço para negociar criptomoedas

O Yahoo! lançou um serviço para trocar bitcoin, ethereum e outros tokens na sua plataforma. Esse é o resultado da parceria com a desenvolvedora financeira APIs Tradelt. A nova funcionalidade estará disponível dentro do Yahoo Finance.

Assim como opera a negociação de ações, haverá botões de compra e venda na página de cotações de cada criptomoeda. O usuário deve fazer o login na sua exchange por meio da plataforma e executar a ordem.

“Como fornecedor líder de dados financeiros, insights e conteúdo editorial, estamos constantemente procurando maneiras de atender melhor o público na plataforma Yahoo Finance”, disse Joanna Lambert, gerente geral de finanças e tecnologia da Oath, empresa controladora do Yahoo.

“Lançamos nossa integração com o Trade It pela primeira vez há um ano, permitindo que as pessoas negociassem no Yahoo Finance pela primeira vez. Temos a satisfação de expandir essa oferta para criptomoedas, conectando ainda mais nossa comunidade apaixonada de investidores com utilitários relevantes em nossa plataforma confiável ”, completou.

Atualmente, o recurso de negociação de criptomoedas está disponível apenas na versão para iOS do aplicativo móvel Yahoo Finance.  Alguns usuários tinham visto inicialmente o recurso nas versões desktop e mobile, mas ele desapareceu no dia seguinte. Um representante do Oath disse à CCN que a plataforma estava executando testes de buckets antes de um lançamento formal “nas próximas semanas”.

Atlas

Atlas Project é hackeada e dados de 264 mil clientes são vazados

A plataforma de investimentos em criptomoedas Atlas foi invadida. A empresa afirma que os fundos dos usuários estão seguros, mas as informações pessoais de mais de 264 mil de clientes vazaram.

A violação de segurança foi relatada pela primeira vez pelo canal YouTube da Investimentos Digitais. No total, foram divulgados ilegalmente 14.500 registros de saldos, e-mails, nomes e números de telefone dos usuários. Além disso, os dados que vazaram mostram que há 5.813 BTC (cerca de US$ 39 milhões) depositados na plataforma.

De acordo com o Portal do Bitcoin, um dos usuários da Atlas, com mais de 2 BTC depositados, confirmou que os dados são reais. O CEO da Stratum coinBR,  Rocelo Lopes, também está entre aqueles que tiveram suas informações expotas. A própria Atlas tinha 792 BTC.

Reconhecendo o incidente, a Atlas afirmou que vai iniciar uma investigação sobre o incidente, enquanto trabalha com as autoridades competentes. Ele acrescentou que, embora os hackers tenham vazado dados de usuários, nenhum dinheiro foi roubado.

“Gostaríamos de salientar que isso não foi um roubo de bitcoin ou uma violação de nossas contas nas exchanges. No entanto, nossa base de clientes foi exposta. No momento do incidente, tomamos medidas imediatas para proteger o banco de dados e as senhas e chaves privadas são criptografadas”, afirmou a declaração.

A Atlas observou que está adotando novas medidas de segurança e não enviaria nenhum email aos usuários sobre seus dados nas próximas horas. Eles também estariam monitorando as contas afetadas. Segundo relatos, por motivos de “segurança”, as retiradas de conta são atualmente restritas.

Uma plataforma de investimento de “Arbitragem”

A Atlas é notavelmente uma empresa um tanto controversa. Seu principal produto, o Atlas Quantum, permite que os usuários invistam e ganhem dinheiro com criptomoedas, através do que a empresa alega serem oportunidades de arbitragem.

O Atlas Quantum supostamente tem um bot aproveitando as oportunidades de arbitragem em várias trocas de criptomoedas. Isso significa que os saldos dos usuários cresceriam regulamente, mesmo que o mercado esteja em baixa.

Um simulador no site da Altas Quantum afirma que US$ 1.000,00 renderiam ganhos de 2% em apenas 15 dias e 43% em um ano.

Informações e privacidade dos anúncios do Twitter

Falando à CCN, uma fonte anônima revelou que algumas pessoas acreditam que está operando essencialmente um esquema Ponzi.

O esquema de “bot de arbitragem” da plataforma, para entusiastas de criptomoedas experientes, soa similar à narrativa de “bot de negociação” da Bitconnect. Para aqueles fora do circuito, a Bitconnect era uma conhecida plataforma de empréstimo e investimento em criptomoedas que se acreditava ser um esquema Ponzi.

A Bitconnect entrou em colapso em janeiro deste ano, depois que decidiu fechar sua plataforma de troca de criptomoedas e empréstimos. A plataforma foi supostamente desligada por causa de má reputação, ataques distribuídos de negação de serviço (DDoS) e escrutínio regulatório. A mudança ocorreu pouco depois que a Bitconnect recebeu uma ordem emergencial de cessação e desistência do órgão regulador de valores mobiliários do Texas (EUA).

Depois que ele entrou em colapso, seu token de BCC perdeu quase 90% de seu valor e foi recentemente removido da última exchange que o comercializou. Investidores insatisfeitos processam a empresa com uma ação coletiva. Recentemente, a polícia indiana prendeu o chefe asiático do esquema.